1 Tm 3.1 Fiel é a palavra: se alguém aspira ao episcopado, excelente obra almeja.
2 É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher, temperante, sóbrio, modesto, hospitaleiro, apto para ensinar;
3 não dado ao vinho, não violento, porém cordato, inimigo de contendas, não avarento;
4 e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito
5 (pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?);
6 não seja neófito, para não suceder que se ensoberbeça e incorra na condenação do diabo.
7 Pelo contrário, é necessário que ele tenha bom testemunho dos de fora, a fim de não cair no opróbrio e no laço do diabo.
8 Semelhantemente, quanto a diáconos, é necessário que sejam respeitáveis, de uma só palavra, não inclinados a muito vinho, não cobiçosos de sórdida ganância,
9 conservando o mistério da fé com a consciência limpa.
10 Também sejam estes primeiramente experimentados; e, se se mostrarem irrepreensíveis, exerçam o diaconato.)
Alguns Ministério preocupam-se apenas se o candidato tem nome limpo (SPC), não que eu seja contra a esta atitude, mas que eu penso que há coisas mais relevantes para se verificar num possível candidato que aspira ao Ministério, seja ele Diaconal ou Pastoral, mas que infelizmente temos deixado passar de largo em nossas Igrejas.
Em nossa igreja se aproxima a consagração de novos obreiros e estas prerrogativas bíblicas supracitadas é o mínimo do que se pode exigir de um obreiro. Não basta se colocar um anuncio em um jornal ou a necessidade que urge a obra de Deus, o mais importante é orarmos é esperarmos pelo que o Dono da Obra te a fazer. Digo isso por que eu mesmo já provei na carne o que se faz um obreiro desviado dentro da igreja, e vou te dizer é trabalho de fazer-nos chorar e o rebanho chorar e depois temos que ficar na dispensação de Deus para que o Senhor de providência em leva-lo seja lá para onde for. Mas ainda pior é chamar pastores profissionais, estes que o liderem impõe metas, como se fosse em uma empresa, onde o Pastor tem que arrecadar certa soma de dinheiro se não é dispensado, brincadeira né? A obra de Deus não pode ser tratada como se fosse uma empresa, como se fosse vender um produto e tem que ter a produção mínima ou venda mínima. Vou me ater aqui por enquanto, mais tarde eu volto a comentar sobre o assunto mais tarde, ate para que a leitura no caro amigo e companheiro não se torne cansativa.
Graça e Paz
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